segunda-feira, 29 de outubro de 2012

De sonho e poesia.




Luta, ansiedade, agonia.
Pesam, os cílios, toneladas
Cerra os olhos: liberta a  poesia

Em veste de suave alegria
Dança no firmamento desnudo
Tão nua quanto o céu, a poesia.

E o desejo latente varia.
De uma esquina a outra
Vagueia a celeste poesia.

Em desordenada alforria
Fugindo do algoz carcereiro
Vence sempre a poesia.

Para provar tal iguaria
Um leito de estrelas é suficiente.
Vive a poesia.

Ao despertar  recomendaria
Lembrar passo a passo
A dança da poesia.


Para o desejo  ser revelado
À luz de sol ou candeeiro
De quem fez a poesia.






3 comentários:

Luís Gustavo Brito Dias disse...

- poesia, voz da alma, do desejo inconsciente e da transcendência.


grande abraço.

Breakfast in Bed disse...

lindo... lindo
aliás, neste blog tudo é tão lindo ...

vou seguir (de perto)

Evelyne Furtado. disse...

Grata pelos comentários. Abraços.