terça-feira, 8 de abril de 2008

A Saudade que não Matei.

A saudade que não matei
Aponta sua arma
Para o peito em que a tua cabeça abriguei.

Sem clemência, a saudade,
Ataca-me bem aqui onde te amei
E ainda há parte de você em mim.

Só há saudade, porque houve amor
Só dói o coração porque se entregou.
Até quando, por Deus, essa dor...


Evelyne Furtado.


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2 comentários:

AnadoCastelo disse...

Será que é verdade, que só a língua portuguesa tem essa palavra "saudade"? Palavra pequena que quer dizer tanto.
Beijinhos

Evelyne Furtado disse...

Ana eu sempre soube que a palavra saudade é exclusiva da nossa língua, mas não tenho certeza.Já o sentimento é universal.
Beijos